-Como pesa esta máscara de sanidade... Sempre me pareceu que os loucos eram mais livres e que era tolice da nossa parte acreditar que eles estavam aprisionados em seus sintomas, acho que somos nós seus sintomas, e eles os nossos.
-Loucura a sua pensar isso! – disse ele, com ar de desdém antes de se jogar displicentemente na cama.
-Exatamente, é loucura minha e não deles – retruquei.
Ele riu.
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-Qual a diferença entre riso e sorriso?O som que emitimos ou que omitimos com o som?
- Ambos – disse ela.
E saiu sorrindo e rindo.
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-Tá pronto?
-Não, mas quem se importa?
-Ninguém.
-Fato.
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